Relações homoafetivas e suas nomenclaturas


Desde muito tempo atrás, os homossexuais vêm sofrendo bastante preconceito de uma grande parcela da população. Hittler, por exemplo, na 2ª Guerra Mundial perseguiu – além dos judeus – os homossexuais, na busca pela “raça pura”. Hoje, mesmo após tantas lutas e algumas conquistas, esse grupo ainda possui alguns desafios a vencer, entre eles pode-se citar a questão das nomenclaturas dos relacionamentos homoafetivos.


Recentemente, o grupo de indivíduos em questão conseguiu uma grande conquista: O direito ao casamento homoafetivo. No entanto, juntamente com essa vitória veio a questão das nomenclaturas. Afinal, quando um homem e uma mulher se casam passam a ser esposo e esposa, mas quando seres humanos do mesmo unem-se em matrimônio, que nome lhes atribuir?


Mesmo com o avanço da modernidade e da mentalidade de alguns seres humanos, outros ainda possuem um pensamento “ultrapassado”. Além desses não concordarem com os casamentos homossexuais, apresentam posturas ainda mais radicais no que diz respeito à nomenclatura dos consortes. Não aceitam, por exemplo, que pessoas do mesmo sexo sejam consideradas um casal “normal”.


Perante a sociedade, um casal homossexual ainda não possui uma nomenclatura aceita, pois esse relacionamento “novo” ainda causa certa estranheza. Entretanto, na questão jurídica é diferente. Na tentativa de solucionar esse impasse, um casal homossexual é chamado de união estável, apesar de não existir um nome específico para um homem que é casado com outro, por exemplo.


Diante do que foi exposto, é importante ressaltar que, apesar de alguns seres humanos ainda serem contra as relações homoafetivas, independente de uma casal ser de sexo igual ou diferente, ambos possuem os mesmos direitos, e o que vale é o sentimento. Também é importante, além da conscientização dos indivíduos, a criação e fiscalização das leis que garantam a dignidade desse grupo. Por fim, não se pode impor que os indivíduos achem tudo “normal”, mas pode-se, pelo menos, incentivar o respeito ao próximo.

Voto nulo: Protesto ou Irresponsabilidade?


Desde a instituição do voto censitário no Brasil, os cidadãos lutavam para assegurarem a igualdade do direito de voto entre todos. Depois do árduo processo de incorporação de todas as classes sociais ao sufrágio, apenas no Governo de Getúlio Vargas as mulheres conquistaram o direito de voto , e algum tempo depois estabeleceram-se os atuais critérios para o mesmo. Entretanto, depois de tantas lutas, os brasileiros estão omitindo-se ao cumprimento de seus papéis como cidadãos através do voto nulo.


De acordo com o TSE, na última eleição para presidente, 5,5 % dos votos foram nulos. Esse percentual é bastante significativo, e acaba suscitando algumas observações sobre os motivos para o voto nulos; em que algumas opiniões acabam dividindo-se entre os seres que defendem a posição do voto nulo como protesto, e os indivíduos que alegam ser um ato de irresponsabilidade. Não se pode julgar nenhuma posição como certa ou errada, mas pode-se dizer que os escândalos no meio político só aumentam o pessimismo existente em relação a política brasileira.


O Brasil já é bastante conhecido pela corrupção dos seus políticos, no entanto, a cada dia que passa, pior fica a situação brasileira. Cada vez surgem mais casos na mídia de denúncias de corrupção no Senado, mensalão, propina, lavagem de dinheiro, entre tantos outros escândalos no meio político. Tais acontecimentos só fazem com que os cidadãos, cada vez mais, desistam de acreditar em um Brasil melhor, onde o voto consciente seria a solução para esses problemas.


Muitas vezes alguns "cidadãos" utilizam-se do voto nulo irresponsavelmente, ou como protesto, mas esquecem-se que os principais afetados serão eles próprios. Para tais "cidadãos", também acaba sendo fácil criticar a política brasileira, mas por inúmeras vezes estes acabam esquecendo que possuem uma parcela de culpa, pois anulam o próprio voto ao invés de votarem em um candidato melhor.


Diante de tudo o que foi exposto é válido ressaltar a importância do voto consciente para a construção de um país melhor. Os cidadãos têm o direito de protestarem contra àquilo que julgarem errado, mas, no caso da política brasileira, tal protesto pode ser realizado de outras formas, sem a omissão do exercício da cidadania, como: Exigindo dos governantes brasileiros, escolhendo estes com mais cautela, entre outros. Pode parecer utopia, mas construir um país melhor não está tão distante dos brasileiros como imagina-se.

O sucesso e as ''novas celebridades''

Na sociedade capitalista atual, os valores que são cultuados diferem bastante, se comparados, dos valores de algumas décadas atrás. Antigamente, o sucesso era visto como forma de ascensão social. Hoje, o sucesso vem-na maioria dos casos-diretamente ligado à transgressão de valores morais da sociedade, como uso excessivo de álcool, drogas, libertinagem, escândalos, entre outros.


No Brasil atual, o dinheiro, a fama e a juventude são bastante ambicionados pelos indivíduos. Entretanto, em ''dosagens ''elevadas, tais ideais acabam trazendo prejuízos para a sociedade. Grandes resultados de tal problema são as''novas celebridades" que a cada dia surgem na mídia, cujos exemplos que trazem para a sociedade dificilmente são aproveitáveis.


Já tornou-se comum casos de jogadores famosos envolvidos em diversos escândalos, como: Brigas, envolvimentos e agressões contra as prostitutas, muitas noitadas com uso abusivo de álcool e drogas, entre outros. Um caso que pode ser citado é do ex-goleiro Bruno, que hoje é acusado de matar a ex-namorada. Muitos se perguntam o porquê de tal crime, sendo o réu bem sucedido e famoso. Certamente a ideia-diga-se de passagem que ilusória- de que por ser famoso ficaria impune, pode ser uma das causas.


Os reality shows como o Big Brother, que fazem apologia contra diversos valores morais da sociedade, também agravam o problema das ''novas celebridades''. Um grande exemplo é que um homem ríspido, preconceituoso e agressivo foi o vencedor de determinada edição, sendo até idolatrado por muitos telespectadores. Entretanto, felizmente, ainda existem seres bem sucedidos que praticam boas ações. O bilionário Bill Gates, por exemplo, recentemente doou parte de sua fortuna para uma campanha de preservação contra a AIDS.


No intuito de minimizar as consequências provenientes da imaturidade das''novas celebridades'', algumas medidas podem ser tomadas. No âmbito legislativo a fiscalização e execução severas nas penas dos infratores, independente de serem famosos ou não, são essenciais. Também é válido ressaltar a importância da educação familiar, em que os principais valores devem ser ensinados, como a humildade, que é peça fundamental para qualquer carreira bem sucedida.

O Bullying e a impotência da sociedade


O bullying, que vem do inglês ( de bully, valentão), é uma prática que vem se tornando cada vez mais frequente e agravante no Brasil. Tal prática pode ser definida por agressões, tanto verbais como físicas, atribuições de nomes pejorativos, perseguições contínuas, entre outros. Como a sociedade, de modo geral, pode enfrentar esse problema?


A prática do bullying não é algo recente, mas vem atingindo proporções maiores nos últimos anos. As principais vítimas desta prática são crianças e adolescentes que podem se diferenciar das demais por características físicas, por apresentarem comportamento "diferente", pela orientação sexual, entre outros. A partir de então, os bulles (grupos que praticam o bullying) acabam perseguindo suas vítimas, e fazendo da vida destas um verdadeiro sofrimento.


Recentemente, o caso da chacina do Realengo chocou todo o Brasil e o mundo. Segundo relatos, o assassino sofria bullying na sua época estudantil, e ainda apresentava problemas psiquiátricos. Não se pode afirmar e nem justificar que esta tenha sido a causa para o massacre, mas certamente contribuiu de alguma forma.


Uma questão bastante delicada sobre o bullying é a dificuldade em perceber quando esta prática ocorre, principalmente nas escolas. Pela sua difícil perceptividade, a sociedade acaba sendo leiga acerca deste assunto, e portanto não tomando as devidas providências. Os indivíduos só percebem a existência e gravidade de tal problema quando surgem casos na mídia como o do Realengo.


Na tentativa de amenizar essa problemática, deve - se partir da conscientização das vítimas do bullying a não silenciarem. Também é importante a ação conjunta da família e escola para combaterem esta prática. A mídia poderia ajudar informando os cidadãos sobre este assunto. Já ao Governo cabe dar assistência psicológica às escolas da rede pública. Talvez assim, muitos problemas e massacres como o do Realengo poderiam ser evitados.

Violência no trânsito: Como diminui-lá?


No período do governo de Juscelino Kubitscheck as malhas rodoviárias começaram a se desenvolver no Brasil. A princípio trouxeram maior facilidade para as transações comerciais, e logo em seguida para o transporte de pessoas. Com o passar do tempo, o que foi um grande avanço para a população, vem se tornando principal meio de violência no trânsito brasileiro.


Os acidentes nas estradas é uma das principais causas de mortes brasileiras. O Brasil registra 1,5 milhão de acidentes no trânsito por ano, onde pelo menos 35 mil vítimas acabam morrendo. Dentre as principais causas para essas mortes, podem - se citar: A imprudência de muitos motoristas, condutores que dirigem alcoolizados, condições precárias de algumas estradas, entre outros.


Ao analisar-se alguns acidentes, percebe - se que geralmente a imprudência dos motoristas vem ligada às bebidas alcoólicas; e infelizmente os mais afetados acabam sendo os inocentes. As discussões no trânsito também acabam sendo um fator agravante. As vezes uma simples atitude de um motorista pode despertar a fúria de um segundo, e se este estiver armado, acaba agindo por impulso, podendo acarretar maiores problemas.


O Brasil já possui meios modernos para coibir a violência no trânsito, entretanto, não os utilizam como deveriam. A "Lei Seca", que determina que a partir de 0,2 gramas de álcool por litro de sangue o indivíduo não poderá dirigir, não é respeitada pelos motoristas devido, principalmente, a falta de fiscalização intensiva dos órgãos responsáveis.


No intuito de amenizar essa problemática, algumas medidas podem ser tomadas. Primeiro deve - se partir da educação e conscientização dos motoristas acerca dos assuntos ligados ao trânsito. É válido ressaltar a importância dos órgãos responsáveis pela fiscalização contra as imprudências e negligências do trânsito, intensificando a cobranças das leis já existentes. Tais medidas podem ser simples, mas certamente farão muitas diferença nos índices de óbitos e acidentes brasileiros.
 
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